Curso de Engenharia Aeroespacial

Por Antonio Machado e Silva

O curso de Engenharia Aeroespacial aparece com a terceira maior nota de corte do SISU, com 787,62 pontos. Os dois primeiros também são da área de engenharia: em primeiro a naval, com 869,15 pontos e em segundo a aeronáutica, com 817, 17 pontos. Dos dez cursos com maior nota de corte, nove são modalidades de engenharia. Isto mostra a qualidade da engenharia brasileira, que exige notas acima de 650 de todos os seus alunos.

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Apesar da qualidade, ainda há um déficit de vagas, com o Brasil precisando formar um contingente maior de engenheiros, em todas as modalidades.

Interessante é a classificação do novo curso de Engenharia Aeroespacial, que já alcança a terceira posição entre todos os cursos nacionais. Este resultado é um alento e uma esperança no futuro do programa espacial brasileiro. A recente recuperação da indústria naval brasileira reflete na primeira colocação da engenharia naval. Torço para que a posição da engenharia aeroespacial indique uma recuperação do setor, abalado recentemente com a perda do satélite CBERS-3, mas com muita expectativa no Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE).

Para quem trabalha na área há mais de trinta anos, a felicidade e a esperança são grandes por conta deste resultado.

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