Vida útil do satélite Landsat 5 está sendo controlada através do uso inteligente do TWTA

Por Monica Coscarella

Mudança no algoritmo de programação maximiza o tempo de duração da missão

O Satélite Landsat 5, que está operando há 25 anos, apresentou problema em um dos componentes responsáveis pela transmissão de dados para a Terra, o TWTA redundante.

Com o objetivo de maximizar o tempo de duração da missão, foi lançado, no início de maio, um novo algoritmo de programação de funcionamento do instrumento TM (Thematic Mapper), semelhante ao empregado pelo Landsat 7.

Este algoritmo incorpora as previsões de cobertura de nuvens, não ligando o instrumento em caso de tempo coberto, aumentando assim a probabilidade de aquisição de imagens úteis.

O não imageamento em áreas com nuvens e a otimização das programações estão realmente ajudando a diminuir o desgaste do TWTA e a prolongar a vida útil do satélite. Estão sendo adquiridas menos imagens, em intervalos maiores de tempo, diminuindo assim o período de operação em cada passagem.

Outras variáveis também estão sendo analisadas, incluindo o período de tempo desde a última cena adquirida e a localização de pontos de interesse para calibração. O consenso geral, no centro de controle da missão, segundo o USGS, é que a relação entre o uso e o desgaste da TWTA está melhor entendida.

O USGS acredita que o efeito da mudança no algoritmo de programação irá maximizar a qualidade dos dados adquiridos, reduzir o número de cenas inúteis no arquivo e prolongar a vida útil da missão.

One Trackback

  1. Trackback disse:

    [...] satélite CBERS-2B, terceiro da série, deixou de funcionar em abril e o espetacularmente longevo Landsat-5 enfrenta sérios problemas e não está sendo recebido pela estação em Cuiabá. Esses dois [...]

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